Painel 24/11
Ah, pelo amor de Deus, que saudades desse brog...
Update
22 de março de 2009, Chácara do Jockey
A melhor banda do mundo, finalmente no Brasil!
Ripper no Brasil
O fenonemal Tim Ripper Owens, atual vocalista da banda do Malmsteen e com boas passagens pelo Iced Earth e pelo Judas Priest, se apresenta no Manifesto Bar, no dia 20 de dezembro. O repertório, aparentemente, será focado em covers de classic rock e do Judas Priest. Em sua banda de apoio, estarão os irmãos Busic, do Dr Sin, e mais dois guitarristas. Minha opinião: se for pra tocar músicas do Jugulator, do Demolition, do Beyond Fear, do Iced Earth, excelente! Se for pra tocar Breaking the Law, Painkiller, Metal Gods etc... passo! Acho Tim Owens muito talentoso para virar um Paul Dianno da vida, marginalizado, vivendo às custas de sua ex-banda. Chinese Democracy
E aí, quem ouviu o disco novo do Guns'n'Roses? Farei um único comentário:
É inacreditável que o "rockstar super talentoso" Axl Rose tenha demorado quase vinte anos para soltar tamanha porcaria.
Showzinho de metal? Não?
E 2009 já conta com dois grandes shows para os fãs de metal. Em
março, o arrasa quarteirão Morbid Angel retorna ao país, com seu trio super poderoso David Vicent, Trey Azagthoth e Pete Sandoval. Se for pra repetir aquela apresentação histórica de 2005, no salão de festas do Estádio do Palmeiras (dizem que virou um depósito, não sei...) será imperdível. Até hoje eu me lembro de umas meninas cantando gutural no meu ouvido. Bacana...
O outro show imperdível para os headbangers de plantão será o magnífico Opeth, banda de death metal progressivo (ou coisa que o valha) que há anos está devendo um showzinho por aqui. Seu vocalista e líder, Mikael Akerfeldt é, sem dúvida, uma das figuras mais brilhantes do metal atual e dizem que os caras destroem ao vivo. É verdade que os dois últimos discos deixam um pouco a desejar, mas valerá a pena pelos antigos clássicos, como Bleak, Deliverance, Demon of the fall, além da obra prima máxima The Drapery Falls (e se bobear ainda sobra Windowpane). Claro, o show perde um pouco do encanto devido à falta do fenomenal baterista Martin Lopez, que deixou a banda há alguns anos.
Ão ão ão, Muricy na seleção!
Boatos cada vez mais fortes dão conta de que nosso querido profess
or Ramalho assumirá a seleção brasileira no ano que vem. Sejamos honestos, seria bom para todo mundo. Para a seleção, que se livraria do anão pára-quedista e contaria com um técnico de verdade. Para o professor, que assumiria o cargo máximo do futebol brasileiro, que é o sonho de qualquer treinador. Para o São Paulo que, além de se livrar de um sujeito chato e teimoso, poderia ainda, finalmente, acertar o retorno de Paulo Autuori, maior técnico do clube desde Telê Santana. Imaginem só a seleção do Muricy: Rogério Ceni, Élder Granja, André Dias, Miranda, Índio e Jorge Wagner, Richarlyson, Tinga, Fernandão, Nilmar e Rafael Sóbis. Gostaram?
PS: Domingo passado o São Paulo colocou uma mãozinha na taça do Hexa Campeonato Brasileiro, mas isso não muda em nada minha opinião. Escreverei sobre o Hexa em breve (ou sobre a falta dele... nesse caso, será um texto pouco educado)
A qualidade do jornalismo esportivo
Uma apresentadora e um “jornalista” conversam sobre o videogame Wii:
Michelle: Você sabe como joga isso?
Flávio: Sei... é na tela....
Three Men
Two and a Half Men não é mais o mesmo. O menininho Jake cresceu e agora não passa de um adolescente, dos mais desagradáveis. Nada divertido. Já o personagem Allan está sendo abordado por um viés mais corporal, em detrimento dos bons textos de outrora. Charlie permanece bom, mas totalmente previsível. Todos os episódios dessa nova temporada foram vergonhosos. Os roteiristas precisam achar alguma solução para injetar sangue novo na série, antes que ela simplesmente desapareça.
The Mentalist
Não sou muito chegado em séries de investigação, mas The Mentalist parece-me bem interessante. O grande trunfo da série está, é claro, em seu protagonista, o detetive Patrick Jane (Simon Baker, de Terra dos Mortos, O Diabo Veste Prada, entre outros), que adota táticas pouco convencionais para solucionar os crimes. The Mentalist, porém, sofre do mesmo problema que a maioria dos seriados desse tipo. Ao optarem pelo esquema “um crime por episódio”, os roteiristas não têm tempo para desenvolver os personagens. Assim, somos apresentados a apenas três ou quatro suspeitos, todos rasos e pouco expressivos. Para compensar a falta de tempo, todos os esforços para efetivamente construir uma figura interessante e “tridimensional” são direcionados a apenas um personagem, que se torna uma caricatura, e que será, evidentemente, o culpado. O principal suspeito, por outro lado, é sempre comum, óbvio. Agiriam melhor os escritores se criassem uma grande investigação, dividida pelos vinte episódios, em que o assassino fosse revelado apenas no último momento. Aí sim poderíamos conhecer cada suspeito, analisar os comportamentos e elaborar teorias. Ainda assim, vale a pena dar um conferida, pelas tramas inteligentes e pelo ótimo protagonista.
Hermanos separados
As duas mentes pensantes do finado Los Hermanos já estão em ação novamente. Rodrigo Amarante juntou-se a Fabrizio Moretti, baterista meio brasileiro do grande Strokes, e formou o Little Joy (que conta ainda com a vocalista Binki Shapiro). O disquinho de estréia dos caras é bem legal. É verdade que boa parte das músicas poderia ser usada no processo de composição do próximo disco do Strokes (ouçam Keep Me in Mind). Porém, o som do Little Joy é mais diversificado, despretensioso. Aposta principalmente no uso do violão e flerta com diversos estilos, entre eles a música popular brasileira. A banda parece ter como principal objetivo a criação de melodias cativantes; não se preocupa com a promoção de inovações musicais, mas nem por isso deixa de ser autêntica. Se o disco tivesse sido lançado nacionalmente, seria o presente perfeito para distribuir no Natal. Música acessível, de grande qualidade. Ouça:
O outro hermano que seguiu seu próprio caminho foi o vocalista Marcelo Camelo, que lançou seu primeiro disco solo, “Sou”. O álbum é bacana, honesto, mas não passaria disso se não fosse uma singela musiquinha chamada Janta, que é bonita demais. A participação da menina Mallu Magalhães desmonta qualquer um: começa com um vocal tímido, custoso, em inglês, como se tivesse algo a esconder; posteriormente, à medida que sua melodia ganha força, passa para o português, como um desabafo. Eu nunca gostei dos Los Hermanos, e não tenho nenhum apreço especial pelo trabalho da Mallu. Mas essa cantiga é bem marcante. (ps: sem piadinhas sobre o Camelo, a Mallu e a janta... não tem graça...)
Lady McKennitt
Já está nas lojas o novo disco de Loreena McKennitt, a dona da voz mais bela do mundo. Além de oito músicas inéditas, A Midwinter Night’s Dream conta também com novas versões para as canções do famoso álbum A Winter Garden, entre elas as ótimas God Rest Ye Merry, Gentlemen e Coventry Carol. Entre as novas, o destaque fica para The Seven Rejoices of Mary. Enfim, nada de novo, apenas a mesma genialidade costumeira da senhora McKennitt. Quem gosta, gosta... quem não gosta, boa gente não é (hihihihi). Ouça alguns trechinhos do disco novo:
Ei... e o Brasil?
The Mars Volta, Spiritualized e Travis. O que essas bandas têm em comum, além do fato de serem ótimas (certo, Spiritualized é apenas ok)? Todas vieram para a América do Sul, e nenhuma delas passou pelo Brasil. Será que um país que trouxe Ozzy Osbourne, Rod Stewart, Iron Maiden (que volta em 2009), Madonna e Michael Bublé não tem bala para trazer o trio aí? Público teria, eu garanto.

Império de Lynch
Império dos Sonhos, última obra prima de David Lynch já está nas locadoras (e nas lojas também). Trata-se, na minha opinião, da obra máxima do diretor. A impressão é de que Lynch passou toda sua carreira buscando o seu “trabalho ideal” e finalmente o encontrou. Totalmente experiencial, “Inland Empire” é um filme difícil, perturbador, inesquecível. Assista!

Melhores do ano
Estou preparando minhas listinhas de melhores shows e melhores discos de 2008. Até que não está sendo tão difícil como eu imaginava, já que tivemos discos bastante pungentes e shows marcantes. Na lista de shows (Top 5), eu planejava conceder um empate na última colocação, mas o (meu) último show do ano acabou tirando os dois empatados da disputa. Nos discos (Top 10), tudo mais tranqüilo. Faltam só algumas escolhas. Eu pretendia fazer uma lista de melhores filmes também, mas não assisti quase nada esse ano. Em termos de lançamentos, então, meu desempenho foi lamentável. Devo ter visto uns quinze só. Assim, vou escolher apenas um filme. Ainda que minha escolha tenha saído de um universo minúsculo, acho que a obra é bem importante, afinal, é o melhor filme da carreira de um dos maiores diretores do cinema atual. Meu “filme do ano” é esse aí, ó:
(lembrando que o filme é de 2007, mas lançado oficialmente aqui no Brasil em 2008)
março, o arrasa quarteirão Morbid Angel retorna ao país, com seu trio super poderoso David Vicent, Trey Azagthoth e Pete Sandoval. Se for pra repetir aquela apresentação histórica de 2005, no salão de festas do Estádio do Palmeiras (dizem que virou um depósito, não sei...) será imperdível. Até hoje eu me lembro de umas meninas cantando gutural no meu ouvido. Bacana...O outro show imperdível para os headbangers de plantão será o magnífico Opeth, banda de death metal progressivo (ou coisa que o valha) que há anos está devendo um showzinho por aqui. Seu vocalista e líder, Mikael Akerfeldt é, sem dúvida, uma das figuras mais brilhantes do metal atual e dizem que os caras destroem ao vivo. É verdade que os dois últimos discos deixam um pouco a desejar, mas valerá a pena pelos antigos clássicos, como Bleak, Deliverance, Demon of the fall, além da obra prima máxima The Drapery Falls (e se bobear ainda sobra Windowpane). Claro, o show perde um pouco do encanto devido à falta do fenomenal baterista Martin Lopez, que deixou a banda há alguns anos.
Ão ão ão, Muricy na seleção!
Boatos cada vez mais fortes dão conta de que nosso querido profess
or Ramalho assumirá a seleção brasileira no ano que vem. Sejamos honestos, seria bom para todo mundo. Para a seleção, que se livraria do anão pára-quedista e contaria com um técnico de verdade. Para o professor, que assumiria o cargo máximo do futebol brasileiro, que é o sonho de qualquer treinador. Para o São Paulo que, além de se livrar de um sujeito chato e teimoso, poderia ainda, finalmente, acertar o retorno de Paulo Autuori, maior técnico do clube desde Telê Santana. Imaginem só a seleção do Muricy: Rogério Ceni, Élder Granja, André Dias, Miranda, Índio e Jorge Wagner, Richarlyson, Tinga, Fernandão, Nilmar e Rafael Sóbis. Gostaram?PS: Domingo passado o São Paulo colocou uma mãozinha na taça do Hexa Campeonato Brasileiro, mas isso não muda em nada minha opinião. Escreverei sobre o Hexa em breve (ou sobre a falta dele... nesse caso, será um texto pouco educado)
A qualidade do jornalismo esportivo
Uma apresentadora e um “jornalista” conversam sobre o videogame Wii:
Michelle: Você sabe como joga isso?
Flávio: Sei... é na tela....
Three Men
Two and a Half Men não é mais o mesmo. O menininho Jake cresceu e agora não passa de um adolescente, dos mais desagradáveis. Nada divertido. Já o personagem Allan está sendo abordado por um viés mais corporal, em detrimento dos bons textos de outrora. Charlie permanece bom, mas totalmente previsível. Todos os episódios dessa nova temporada foram vergonhosos. Os roteiristas precisam achar alguma solução para injetar sangue novo na série, antes que ela simplesmente desapareça.
The Mentalist
Não sou muito chegado em séries de investigação, mas The Mentalist parece-me bem interessante. O grande trunfo da série está, é claro, em seu protagonista, o detetive Patrick Jane (Simon Baker, de Terra dos Mortos, O Diabo Veste Prada, entre outros), que adota táticas pouco convencionais para solucionar os crimes. The Mentalist, porém, sofre do mesmo problema que a maioria dos seriados desse tipo. Ao optarem pelo esquema “um crime por episódio”, os roteiristas não têm tempo para desenvolver os personagens. Assim, somos apresentados a apenas três ou quatro suspeitos, todos rasos e pouco expressivos. Para compensar a falta de tempo, todos os esforços para efetivamente construir uma figura interessante e “tridimensional” são direcionados a apenas um personagem, que se torna uma caricatura, e que será, evidentemente, o culpado. O principal suspeito, por outro lado, é sempre comum, óbvio. Agiriam melhor os escritores se criassem uma grande investigação, dividida pelos vinte episódios, em que o assassino fosse revelado apenas no último momento. Aí sim poderíamos conhecer cada suspeito, analisar os comportamentos e elaborar teorias. Ainda assim, vale a pena dar um conferida, pelas tramas inteligentes e pelo ótimo protagonista.Hermanos separados
As duas mentes pensantes do finado Los Hermanos já estão em ação novamente. Rodrigo Amarante juntou-se a Fabrizio Moretti, baterista meio brasileiro do grande Strokes, e formou o Little Joy (que conta ainda com a vocalista Binki Shapiro). O disquinho de estréia dos caras é bem legal. É verdade que boa parte das músicas poderia ser usada no processo de composição do próximo disco do Strokes (ouçam Keep Me in Mind). Porém, o som do Little Joy é mais diversificado, despretensioso. Aposta principalmente no uso do violão e flerta com diversos estilos, entre eles a música popular brasileira. A banda parece ter como principal objetivo a criação de melodias cativantes; não se preocupa com a promoção de inovações musicais, mas nem por isso deixa de ser autêntica. Se o disco tivesse sido lançado nacionalmente, seria o presente perfeito para distribuir no Natal. Música acessível, de grande qualidade. Ouça:
O outro hermano que seguiu seu próprio caminho foi o vocalista Marcelo Camelo, que lançou seu primeiro disco solo, “Sou”. O álbum é bacana, honesto, mas não passaria disso se não fosse uma singela musiquinha chamada Janta, que é bonita demais. A participação da menina Mallu Magalhães desmonta qualquer um: começa com um vocal tímido, custoso, em inglês, como se tivesse algo a esconder; posteriormente, à medida que sua melodia ganha força, passa para o português, como um desabafo. Eu nunca gostei dos Los Hermanos, e não tenho nenhum apreço especial pelo trabalho da Mallu. Mas essa cantiga é bem marcante. (ps: sem piadinhas sobre o Camelo, a Mallu e a janta... não tem graça...)Lady McKennitt
Já está nas lojas o novo disco de Loreena McKennitt, a dona da voz mais bela do mundo. Além de oito músicas inéditas, A Midwinter Night’s Dream conta também com novas versões para as canções do famoso álbum A Winter Garden, entre elas as ótimas God Rest Ye Merry, Gentlemen e Coventry Carol. Entre as novas, o destaque fica para The Seven Rejoices of Mary. Enfim, nada de novo, apenas a mesma genialidade costumeira da senhora McKennitt. Quem gosta, gosta... quem não gosta, boa gente não é (hihihihi). Ouça alguns trechinhos do disco novo:
Ei... e o Brasil?
The Mars Volta, Spiritualized e Travis. O que essas bandas têm em comum, além do fato de serem ótimas (certo, Spiritualized é apenas ok)? Todas vieram para a América do Sul, e nenhuma delas passou pelo Brasil. Será que um país que trouxe Ozzy Osbourne, Rod Stewart, Iron Maiden (que volta em 2009), Madonna e Michael Bublé não tem bala para trazer o trio aí? Público teria, eu garanto.

Império de Lynch
Império dos Sonhos, última obra prima de David Lynch já está nas locadoras (e nas lojas também). Trata-se, na minha opinião, da obra máxima do diretor. A impressão é de que Lynch passou toda sua carreira buscando o seu “trabalho ideal” e finalmente o encontrou. Totalmente experiencial, “Inland Empire” é um filme difícil, perturbador, inesquecível. Assista!

Melhores do ano
Estou preparando minhas listinhas de melhores shows e melhores discos de 2008. Até que não está sendo tão difícil como eu imaginava, já que tivemos discos bastante pungentes e shows marcantes. Na lista de shows (Top 5), eu planejava conceder um empate na última colocação, mas o (meu) último show do ano acabou tirando os dois empatados da disputa. Nos discos (Top 10), tudo mais tranqüilo. Faltam só algumas escolhas. Eu pretendia fazer uma lista de melhores filmes também, mas não assisti quase nada esse ano. Em termos de lançamentos, então, meu desempenho foi lamentável. Devo ter visto uns quinze só. Assim, vou escolher apenas um filme. Ainda que minha escolha tenha saído de um universo minúsculo, acho que a obra é bem importante, afinal, é o melhor filme da carreira de um dos maiores diretores do cinema atual. Meu “filme do ano” é esse aí, ó:
(lembrando que o filme é de 2007, mas lançado oficialmente aqui no Brasil em 2008)
6 Comentários:
ok, acabei de sugerimentar morbid angel e mallu magalhães em um mesmo post... melhor eu retomar meus medicamentos...
Caro Chico,
Recomendar de Morbid Angel a Mallu Magalhães é justamente uma das grandes qualidades deste Blog (Strokes não!), o qual NÃO poderia ficar parado tanto tempo hehe
A crítica (ou semi-crítica) ao Muricy, por outro lado, entristece e decepciona... nessa “chatice” toda temos um técnico que impõe respeito, não deixa “crises” serem implantadas no clube, e que acredita e tira o melhor dos jogadores mais improváveis... e na “teimosia”, bom, está aí um tricampeonato que prova tudo a que ela leva. Covarde, porém, a decisão de escrever um texto 'menos educado' caso o Hexa não venha, meio que avaliando tão-somente o resultado... eu, por outro lado, estaria pronto para exaltá-lo até mesmo se ele fosse 5º colocado, basta olhar o elenco que tem... :-)
Two And A Half Men, assisti apenas um episódio desta temporada, e achei o ‘Jake adolescente’ muito bom, mas me falta assistir o resto para ver se concordo com vc. Infelizmente, ando abandonando tudo qto é série, como a última temporada de ER (aquela que para o grande público morreu há tempos, mas ainda assim o sr. persegue, gostaria muito de saber o porquê) e PRISON BREAK (uma das mais geniais e diferentes dos últimos anos, junto de Lost, e embora não seja exatamente sobre “investigações”, segue sua recomendação... com heróis, anti-heróis e bandidos ganhando incrível profundidade ao longo das temporadas!
Agora aguardo suas listinhas... em especial neste ano, em que me dediquei a ouvir os mais diversos lançamentos e tb estou (ou tento estar) com um olhar mais abalizado...
só queria deixar claro que o texto seria mal educado baseado na situação atual... a reação foi ótima, Muricy foi muito bem, mas perder o título agora (25/11) seria vergonhoso, sim... (se tivesse chegado em quarto, quinto, décimo, em outras situações, sem problemas, o campeonato foi complicado mesmo....) ... mas se vc acha que perder um título após abrir cinco pontos, faltando seis, é normal... tudo bem, oras...
na verdade, assumi a posição do "já ganhou", considero impossível, não tem jeito mesmo... mas imagine que tivéssemos empatado em S. Januário e o Vitória tivesse perdido... ainda nos consideraria favoritos, mas com o Grêmio líder agora seria complicadíssimo, e a culpa não poderia ser atribuída ao Muricy por 1 derrota apenas...
mas até nisso melhoramos, o Tricolor só dependendo dele inspira confiança, já o Grêmio, mesmo que só dependesse dele mesmo, eu apostaria contra sossegado, equipe extremamente vacilante :-)
ok, deixe-me esclarecer, se perder o título, o texto será pouco educado com todo mundo, não necessariamente com o Muricy... (e o próprio Marco Aurélio disse hj que será um vexame)...mas não vai perder o título, não... mas concordo, se não tivesse ganho do Vasco, o campeonato estaria em aberto...
outra coisa, vc falou do elenco... acho que, com exceção do Inter, nenhum elenco é melhor que o do São Paulo... não que seja um grande elenco, o problema é que ninguém tem um grande elenco... todos têm uma porção de problemas...
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